domingo, 27 de abril de 2008

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Para onde vamos?

25 de Abril

Vi-te nascer
ideia-esperança

Acarinhei-te
desde a tua indefinição

Abraçei-te
quando começaste a ganhar corpo

Amei-te
em toda a tua pureza inicial

Adorei-te
no calor vermelho dos teus cravos

Hoje, mantenho-te viva dentro de mim

Jurei-te
fidelidade mesmo antes de nasceres

Luto e lutarei por ti
com as minhas armas da razão

Sempre!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Fantasias

Ah! até onde a leitura nos leva ...
... ao sonho da representação em palco improvisado ...
... à magia ... ilusão ... servida em bandeja ...
... à convivência fraterna entre diferentes.

Fotos ... outras ... extravagâncias

O prazer de ler em branco ... de não beber ... de nadar ...
O prazer de ir para além do livro ...
A capacidade comunicacional dos golfinhos ...
A invasão na evasão ...

domingo, 6 de abril de 2008

sábado, 5 de abril de 2008

E as Visitas das Flores, Mães dos Frutos ...



Retomando as Flores, Mães dos Frutos ...




COMENTÁRIOS a Um Episódio para Discussão Pública

"É possível mudar as nossas vidas e a atitude daqueles que nos rodeiam simplesmente mudando a nós mesmos." (Rudolf Dreikurs)

Estamos todos (todos é a Sociedade) perante uma crise de valores éticos e morais, tensos, cansados... sem respeito pelo outro. "Só recebe quem dá", já dizia a minha AVÓ.
Ponte de Lima, 31 de Março de 2008 22:01

_____________________

Não me surpreendeu as imagens que parecem ter chocado o país. Quem trabalha na escola sente que estão lá todos os "ingredientes" para que aconteçam casos como estes.

A Escola não está isolada dos problemas da sociedade e não lhe têm sido dados os instrumentos que me parecem importantes para poder lidar com problemas indisciplina crescente.

A escola necessita na minha opinião de autonomia mas é necessário que a saiba utilizar pois cada escola é um caso.

Cabe à Comunidade Educativa, professores, pais, alunos, ..., envolver-se na resolução dos seus problemas. Não me parece que as regras da escola possam ser definidas por quem não faz parte dela.

Braga, 1 de Abril de 2008 23:34

_____________________

Infelizmente quase todos nós já assistimos a cenas destas. Acho que os valores que a sociedade transmite aos cidadãos, passa constantemente nos mais variados meios de comunicação social.
Somos constantemente confrontados com actos inaceitaveis de representantes da nossa sociedade sem que exista quaquer tipo de responsabilização por esses mesmos actos, " olhem para o que eu digo e não para o que eu faço". Principalmente para os jovens esta falta de coerencia é extramamente prejudicial.
Muitos apenas reclamam os seus direitos esquecendo-se dos seus deveres.

1 de Abril de 2008 23:06

Estamos a chegar a um extermo na nossa sociedade em que para alguém respeitar alguém tem que se ser "fisicamentalmente" robusto, muitas vezes a verdade é imposta sem que a tentemos perceber, sem que tenhamos noção da necessidade da existência de regras...perdemos o valor daquilo que é uma boa conversa...porque se vive do imediato...e tudo são imagens...e toda a gente opina sem ter vivido...

3 de Abril de 2008 22:52

_____________________

Falta de educação
Gente malcriada
Atitude extrema do "segurança" decerto por já não aguentar o desrespeito.
Tal como no caso do Carolina...
As pessoas não se sabem comportar de acordo com a especificidade das situações. Decerto tem a ver com o facto de praticamente se usar roupa sempre semelhante...Dantes vestia-se roupa de ir à madrinha e roupa de ver a Deus e talvez esse fardamento por fora para ocasiões especiais despertasse umas sinapses adequads ao comportamento adequado... O funcionário (tal como a prof...) exagerou. Só que a professora tem uma relação no tempo com os alunos e tem obrigação de a construir em termos pedagógicos adequados, saber que não se compete entre desiguais ( a partir do momento que sacar o tlm à aluna não resolve, deveria ter-se posto a andar...mas antes disso não devia ter uma turma sem fazer nada enquanto um dos alunos repetia o teste que ela tinha perdido... O funcionário deveria ter agido de um modo menos extremista...Ou seja:
no caso do carolina as culpas da situação ter acontecido são repartidas entre alunas e prof...no caso do concerto a culpa é só de quem atende o telefone. O remedeio da situaçãoé mau em ambos os casos
Ufa....saíu de enfiada e a esta hora da noite não vou corrigir...
:)

4 de Abril de 2008 2:09

domingo, 30 de março de 2008

Um Episódio para Discussão Pública

Contou-me um amigo que, na passada sexta-feira, quando assistia a um Concerto, presenciou a seguinte cena, pouco depois do início do espectáculo e após ter sido advertida a assistência de que "... durante a sessão não é permitida a utilização de telemóveis ..."
Ao toque estridente de um desses aparelhos, seguiu-se:
"Estou ... estou ... não consigo ouvir nada ... estou ... agora não posso ... estou num Concerto ... está a ouvir? ... estou ..."
.
A cena foi interrompida por um diligente funcionário da casa que, sem qualquer pejo, tirou violentamente o telemóvel ao espectador, abriu apressadamente a janela mais próxima e vigorosamnete arremessou o aparelho pela dita janela.
O sucedido posteriormente é indescritível, mas entre a confusão, a barafunda, os bofetões trocados entre os contendores e as facções que entretanto se formaram, foi possível ouvirem-se exclamações/interrogações/afirmações, tais como:
"Mas onde é que estamos!?" ... "O homem tem razão ... então isso faz-se? ... "Paguei o bilhete foi para assistir comodamente ao espectáculo, não para isto!" ... "O telemóvel é meu ... comprei-o com o meu dinheiro, ora essa!" ... "Que falta de respeito!" ... "Isto é inadmissível ... onde já se viu ... tirar o que não é dele e depois atirá-lo assim!?" ... "Quem quer ser respeitado, tem que respeitar." .... " O direito à propriedade já não existe ... é?" ... "A regra foi anunciada, quem não cumpre ... olha!" ... "Quem é ele para pensar que é autoridade?" ... "As regras são para ser acatadas e não desrespeitadas!" .... "Quem vai pagar o prejuízo ao homem ... que ficou sem o telemóvel?" ... "O problema não é meu, mas que isto não se faz ... não se faz!" ... "O que não se faz é atender telemóveis num espectáculo!" "Chamem o gerente porque isto não pode ficar assim!" ... "Afinal de contas de que lado é que você está?"..."Do lado dele que trabalha aqui há muitos anos e representa o dono da casa!" ... "A polícia? ... Devia estar aqui ... A polícia nunca está onde e quando faz falta!"
Os mais sensatos, entre eles viam-se os músicos que entretanto se sentiram obrigados a interromper a actuação, conseguiram separar os grupos desavindos.
No canto mais próximo do lugar do meu amigo, embora noutro tom, a conversa continuou.
"Quero o meu telemóvel imediatamente!" ... "Acalme-se eu vi tudo ... sou sua testemunha ... o senhor só atendeu o telemóvel e veio logo aquele bruto e fez o que fez ... isto não tem jeito nenhum." ... "Não estejas para aí com coisas ... o homem só fez o que tinha a fazer ... estava dito .... estava dito ... quem o mandou deixar o telemóvel ligado e ainda por cima atender?" ... "E quem é aquele sujeitinho para tirar o telemóvel?" ...
O Concerto estava desconsertado. Ouviu-se finalmente o anúncio: "Senhoras e senhores, não há condições para prosseguir o espectáculo. Queiram dirigir-se à bilheteira e, mediante a apresentação do bilhete o seu custo ser-vos-à restituído. Boa noite".

Está aberta a discussão. Façam o favor de se pronunciar, argumentando.

Para isso, basta clicar em Comentários e preencher os campos da "janela". Não é obrigatória a identificação, pode se utilizado o anonimato ou o pseudónimo. Só não serão publicados os comentários com recurso a vocabulário menos próprio.

sábado, 29 de março de 2008

... aquela lição! Que lição vamos tirar?

A indefinição ... a desregulação ...

... a comunicação ... a desorientação ... a precipitação ... a apreensão ... a desautorização ... a insubordinação ...

... a captação ... a mão na mão ... na mão a mão ... a mimetização ... a confrontação ... o abanão ... o safanão ... a confusão ... a tensão ... a obstinação ... a desestabilização ... a obsessão ... a obstrução ...

... a
youtubização ... a difusão ... a televisão (a inobservância da legislação) ... a repetição ... a pressão ... a televisão ... a repetição ... a exaustão ... a pressão ... a especulação ... a participação ...

... a intromissão ... a partidarização ... a petição da identificação da transgressão ... a imiscuição ... a descolarização ... a
judicialização!

QUESTÃO
A Disciplina

PARADIGMAS DE ANÁLISE

A Cultura do Respeito __________versus_______A Cultura do Poder

A AUTORIDADE ______________versus________O AUTORITARISMO

O QUE QUEREMOS?

Não sei bem porquê ... ou saberei? Apeteceu-me recordar.

Direitos da Criança

ONU - Declaração dos Direitos da Criança - 20 de Novembro de 1959

1- A criança deve ter condições para se desenvolver física, mental, moral, espiritual e socialmente, com liberdade e dignidade.

2- A criança tem direito a um nome e uma nacionalidade, desde o seu nascimento.

3- A criança tem direito à alimentação, lazer, moradia e serviços médicos adequados.

4- A criança deve crescer amparada pelos pais e sob sua responsabilidade, num ambiente de afecto e de segurança.

5- A criança prejudicada física ou mentalmente deve receber tratamento, educação e cuidados especiais.

6- A criança tem direito a educação gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares.

7- A criança, em todas as circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber protecção e socorro.

8- A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono e exploração. Não deverá trabalhar antes de uma idade adequada.

9- As crianças devem ser protegidas contra prática de discriminação racial, religiosa, ou de qualquer índole.

10- A criança deve ser educada num espírito de compreensão, tolerância, amizade, fraternidade e paz entre os povos.

Ai Primavera ... ai flores, mães dos frutos ...



Ai Primavera ... tão cinzenta, mas tão colorida ...





domingo, 3 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

As hesitações ... as experimentações ... as visões

O melhor é fazer mesmo uma escolha definitiva. Não se pode passar o tempo a experimentar trajes e a ensaiar poses e passes/passos sem que se assuma qual o papel a que nos queremos vincular. As hesitações não são próprias de adultos conscientes da sua adultícia, mais fazem lembrar a adolescência e as suas inconstâncias. Vou, quer queira quer não, ter que me decidir.
Ah! mas o que me dá mesmo gozo é experimentar, é ousar tentar, é ousar fazer, sem compromissos para além do querer experimentar, experimentando-me. Esta é a essência mais essencial da essência humana. O resto: o perfeito, o correcto, o certo, o socialmente aceite, não passam de construções sociais, castradoras do experimentalismo natural da vida dos humanos.
Experimentemos, pois, em nome da obediência cega à nossa natureza e a nós próprios. Esta cegueira representará, assim, o que melhor se pode esperar da mais pura visão.

O Carnaval aproxima-se ... há opções a fazer quanto ao disfarce

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O Carnaval aproxima-se ... há opções a fazer quanto ao disfarce

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O Carnaval aproxima-se ... há opções a fazer quanto ao disfarce

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domingo, 27 de janeiro de 2008